Luís Paulo Costa
Abrantes 1968. Vive e trabalha em Lisboa e S.José das Matas. FBAUL 1990 – 1996. Residência artística na Krinzinger Projekte em Viena, Áustria, 2020.
Iniciou o seu percurso expositivo no final da década de 1990. A prática da pintura é um elemento central na sua obra. O seu trabalho inscreve-se num território onde a visibilidade e a invisibilidade não são lugares estáveis e definitivos, o que se vê pode ser afinal outra coisa. A pintura desenvolve-se como um corpo, uma pele que se esconde e se mostra simultaneamente. Conceitos como simulacro, antecipação, desilusão e inacessibilidade são transversais à sua obra. As suas pinturas, muitas vezes incorporadas de forma escultórica, parecem apresentar-nos as coisas na sua realidade silenciosa, inacessível à mediação e, por isso, as suas obras parecem sempre apresentar a construção de uma espécie de silêncio necessário.
Abrantes 1968. Vive e trabalha em Lisboa e S.José das Matas. FBAUL 1990 – 1996. Residência artística na Krinzinger Projekte em Viena, Áustria, 2020.
Iniciou o seu percurso expositivo no final da década de 1990. A prática da pintura é um elemento central na sua obra. O seu trabalho inscreve-se num território onde a visibilidade e a invisibilidade não são lugares estáveis e definitivos, o que se vê pode ser afinal outra coisa. A pintura desenvolve-se como um corpo, uma pele que se esconde e se mostra simultaneamente. Conceitos como simulacro, antecipação, desilusão e inacessibilidade são transversais à sua obra. As suas pinturas, muitas vezes incorporadas de forma escultórica, parecem apresentar-nos as coisas na sua realidade silenciosa, inacessível à mediação e, por isso, as suas obras parecem sempre apresentar a construção de uma espécie de silêncio necessário.

